“Isto de estar vivo um dia ainda acaba mal” é uma frase de Manuel da Fonseca, poeta português, que já não se preocupa mais com o tal dia. Meu cérebro é tão reduzido que não alcanço os grandes poetas e só vejo as coisas pela metade. Para mim e a minha verdade o que interessa é que “isto de estar vivo um dia ainda acaba”, e só. Para mim é ponto aqui. Se a vida é boa então o fato de terminar já é mal por si só, e falar mais que isso é pleonasmo. Mas nem é bem assim: quando a gente morre somos os únicos que não estamos preocupados com isso. A gente está mais Paz & Amor que o maior hippie que jamais existiu. Por isso não vem adjetivos, isso de estar vivo um dia ainda acaba.
Mas pára aí com isso: isso de estar vivo dura. A gente só diz que dura pouco quando já duramos um tempão. Tem gente que é tão alucinado com isso da duração que o viver dessa gente vira uma dureza mesmo. Aí sim, com essa opção pela tortura mental os dias demoram bastante para passar. Sabe como é, aquele gosto em carregar a Cruz. Isso por si só é uma ofensa ao seu Jesus. Se fosse para a humanidade carregar fardo ele tinha partilhado a cruz, Pedro segurava aquela ponta, Madalena segurava atrás, cada um levava com um prego, por aí vai. O coitado disse vezes sem conta que veio para sofrer na cruz pela humanidade, e não com a humanidade. É como um pai se jogar na frente do carro para salvar o filho e o filho amanhã se jogar na frente de outro carro para “honrar” o exemplo do pai. Tome cuspe no sacrifício do pai! Mas podem parar de bocejar, esse texto pode ser para uma porção de coisas menos sobre religião, graças a Deus e Nossa Senhora. Enfim, o “x” da questão é o seguinte: a vida é para ser vivida, e vivida muito bem, de preferência de uma maneira hedonista. E com uma cabeça fria e um coração mole. As coisas são capazes de passar mais rápido assim, mas passam muito melhor, deixando gosto bom na língua. Imagine que é como escolher entre passar dez horas no carrossel mais insanamente tedioso do mundo ou uma hora na montanha-russa mais alucinadamente prazerosa do planeta.
Pode não parecer mas eu sou hedonista, só que do pior tipo: o extremamente egoísta. Não estou nem aí para ninguém. Faço as coisas (tudo) exclusivamente pelo meu prazer. Uma pessoa ingênua pode discordar: “Não corresponde à verdade, você faz isso e aquilo, e comigo mesmo já fez aquilo outro…” Não gastem a saliva. Me digam: eu perguntei para algum de vocês se vocês queriam que eu fizesse aquilo que fosse antes de eu fazer? Há uns poucos anos, muitos sabem, viajei para um outro país para fazer umas coisas. Algumas das pessoas com quem fui (eu disse algumas) me contaram que estavam fazendo um grande esforço para se adaptar à nova realidade que estavam vivenciando mas que estavam orgulhosas do sacrifício que estavam realizando. Eu também sentia orgulho nelas mas em outra parte sentia uma culposa pena. Eu não fiz sacrifício nenhum! Sou o preguiçoso do grupo, de uma maneira desonesta até. Antes de ir me disseram que eu tinha que obedecer uma regra-de-ouro: Renúncia! “Renúncia ao celular, a acessórios de grife, ao livre acesso a um computador”, entre outras investidas. Quando ouvi isso pensei que estava sendo premiado, e não entendi porquê. Para mim sacrifício é não poder renunciar ao celular, computador, luxuezas, essas coisas que me fazem renunciar às coisas que eu mais gosto na vida: não ter um celular, não perder tempo no computador ou não comprar roupa. Senti que estava usando aquelas pessoas, que praticamente me davam dois meses de diversão e - olha ele aí - hedonismo. Sleeping cheek-to-cheek, everybody stopping to speak, fun during all week, you turn around to take a final peek, and feel you wanna stay in Mozambique.* Tal e qual. E fui malicioso ao ponto de não contar para eles que não estava fazendo renúncia nenhuma, desobedecendo, portanto, a principal regra que eu tinha de respeitar. A outra regra era rezar duas vezes por dia ou mais. Como eu rezo cerca de duas vezes por ano não estava, mais uma vez, renunciando a nada (me deu pena dos que rezavam dez vezes por dia, pois tiveram de diminuir o ritmo). Mas sabe, essa experiência me fez acreditar mais em Deus. Rezava sempre por um pouquinho mais de sacanagem por ali e ele atendeu as minhas preces. Praise the Lord!!!*
A parte engraçada é que depois que contei um pouco da tal sacanagem que rolou na minha viagem para algumas pessoas que viajaram para outros lugares (eu disse algumas), qual foi a minha surpresa quando elas me contaram coisas parecidas e até mais para baixo? Pois é, adivinhou a minha surpresa quem respondeu “nenhuma surpresa”. Engraçado mesmo foi ver gente “reprovando” o meu hedonismo e que nem desconfiavam que eu sabia que, perto delas, eu era um carneiro do lado do Marquês de Sade. Pois é, é o chamado “hedonista enrustido”. Um dia sai do armário, mas com toda a probabilidade tropeça na gaveta.
É como aquela doida casada que há muitos anos atrás, quando eu ainda era um moço inocente que queria a mesma coisa que querem todos os moços inocentes (e os não-inocentes também), tentou de tudo para ficar um pouco menos casada através de mim (não vou dizer que tentou de “tudo e mais um pouco” porque eu não deixei chegar na parte do “mais um pouco”, e Deus sabe como foi por pouco). Nunca mais falei com a moça nem com o sortudo do marido dela (claro que é sortudo porque esse pessoal que gosta de um cônjuge que gosta de uma poligamia gosta da poligamia do cônjuge mais do que o próprio cônjuge. Por isso um sortudo, encontrou quem queria.) mas soube que andavam por aí a moralizar a vida dos outros, pedindo para os outros fazerem o oposto do que eles fazem (ou melhor dizendo: pedindo para os outros não fazerem aquilo que eles fazem para caramba). Enfim, se houvesse uma Igreja ou uma ONG para ajudar esse pessoal eu doava mais dinheiro do que para o terremoto no Haiti. Quando eu vejo esse pessoal enrustido me dá uma pena shakespeariana (os mais confusos pensariam que isso revelaria que não sou o egoísta que falei. Mais uma vez se enganam: só ajudo os outros pelo prazer que a consciência me dá. Se não tinha esse prazer não ajudava. Por isso, caímos no egoísmo de novo. Sem renúncias, sem sacrifícios, uma sacanagem só.) Oscar Wilde dizia que “o homem que moraliza é normalmente um hipócrita”. Por isso eu só imoralizo, para não cair na armadilha de não corresponder comigo mesmo. Viu como somos preguiçosos? Assim fica fácil. Dessa forma o meu único dever moral é ser imoral. E com essa coisa de dever moral não se brinca. Mas como essa frase soa àquelas dos que são normalmente um hipócrita vou fugir deste parágrafo.
Hedonismo é a cura para a hipocrisia. Não é nenhum segredo que o meu tataravô era padre. Vocês podem imaginar o quanto eu sou grato por ele ter feito o mesmo que faz todo padre. Afinal, herdei o único dever moral que o meu tataravô tinha. Praise the Lord!!!
Mas já que desperdicei o tempo precioso de vocês que conseguiram ler até aqui, e sem pedir permissão nem dar explicações (egoísmo?), culmino agora no topo máximo do meu egocentrismo: lembra que antes falei que isso da vida um dia acaba, mas que a gente não vai estar nem aí quando acontecer? Aliás, a gente não vai estar nem aí nem aqui mesmo. Enfim, tomei uma decisão importante na minha vida. Talvez até seja o caso para dizer, uma decisão importante na minha morte. Anotem aí as gerações mais novas do que eu (as mais velhas vão perder o show): é para tocar Jorge Ben Jor no meu funeral. O velório inteiro. Se quiser pode pôr um James Brown, mas tem que intercalar com Jorge Ben. Salve, salve, simpatia!! Viva, viva, alegria!! E a propósito, não é nem para fazerem o meu funeral. Mal eu morra enterra logo, para não ficar aquela tortura de ficar vendo gente tão fria, tão fria que não tem nem a sensibilidade de corresponder às lágrimas de vocês, tamanha indiferença (ps: acredito, no entanto, que a minha indiferença com os “enrustidos” de que falei há pouco é tamanha que é capaz de lhes dar um pouco mais de atenção depois de morto. Mas não deixem.), e ponham lá no lugar para velar umas fotos minhas na praia só com as primas mulheres, de maneira que na minha despedida eu esteja sempre sorrindo para quem olhar lá para dentro (dependendo da prima o sorriso pode ser mais ou menos safado, mas lembrem-se que o momento é de respeito e o que vale é que vai ser o mesmo sorriso para todos). Eu normalmente estranhava naqueles filmes americanos o pessoal ir para a casa da viúva comer salgadinhos depois do enterro do seu Smith, mas agora sou não só a favor como, por mim, incluía farofa, feijão preto e caranguejo no cardápio. Isso sim seria honrar a minha memória e lembrar como eu sou gente boa, bem mais eficaz do que ler poemas estilo gótico contando as paixões que não tiveram quando podiam ter. A propósito, está permanentemente proibida qualquer intervenção com choro evocando um misto de memórias do que eu não fui e passagens bíblicas, corânicas ou toráicas. Piada pode contar.
Raul Solnado, um gigante do humor e do teatro em Portugal, faleceu ano passado. Millôr Fernandes, num majestoso texto que escreveu (opa, pleonasmo! Millôr = escrita majestosa), disse: “Raul foi meu amigo a vida inteira. A dele. Traidor. Continuo na minha.”
Não consigo imaginar uma maneira mais singela, bonita e verdadeiramente íntima de declarar as saudades para um amigo.
Parafraseando Millôr (coisa que faço dia sim, dia sim), sou um pouco como Raul Solnado: português que sou, aceito o fado, mas não o destino.
Quando vivi em Portugal (faz tanto tempo) vi vezes sem contas as senhoras mais velhas do interior irem para o cemitério todo domingo, vestidas de preto de uma maneira de fazer uma burka parecer um biquíni, velar e enfeitar a sepultura do marido, que faleceu há 45 anos e deixou sete filhos, dezoito netos, vinte e duas amantes, milhentas dívidas e uma mulher que amou. Mas não vamos falar da mulher que ele amou, vamos falar da outra com quem ele casou. Com esse legado até eu me vestia de preto para sempre. Pois é, as velhinhas iam lá todo santo domingo, e nos não-tão-santos-assim também iam, esticar um pouco mais o luto que sentiram pelo marido. Eu pensava “Nossa, como é forte a cultura do ‘velar’ aqui em Portugal, e essa coisa do sagrado domingo no cemitério para o pessoal mais tradicional.” Quando o meu Avô e amigo querido se despediu de mim para ir contar as novidades para a minha Avó, em 06 de Janeiro de 2008, eu percebi logo de cara: era domingo. Típico. Todo mundo passou aquele domingo no cemitério. Todo mundo foi um pouco mais velhinha portuguesa do interior aquele dia. Mais português que isso só se ele estivesse ouvindo fado e comendo bacalhau nos seus últimos momentos. Mas acho que passar a noite ouvindo fado dá mesmo vontade de se matar, por isso duvido que ele fizesse. Meu Avô, tenho a certeza, recebeu muitas homenagens naquele dia. Mereceu todas, e mais ainda. Por pura coincidência (isso digo eu, mas devia mesmo era perguntar ao meu Avô primeiro antes de afirmar) viajei naquele dia. Para onde? Portugal. Acho que não havia para mim nenhuma maneira, no mundo, de homenagear mais o meu Avô e a memória dele do que atravessar o Atlântico e ir para Portugal. Lá chegando beijar o chão.
Toda vez que eu ia para Lisboa, toda vez, eu ligava para o meu Avô em São Luís para dizer que estava pensando nele e que lhe amava. Não tem lógica, na verdade. Meu Avô viveu a juventude toda no interior de Vila do Conde, às vezes indo para o Porto, só indo para Lisboa quando se alistou no exército para defender Portugal na Segunda Guerra Mundial (pois é, o meu avô é caba-homem). Eu morava em Vila do Conde e estudava no Porto.Estava no chão dele todos os dias. Mas acontece que por motivos celestiais eu sempre me sentia chocado quando chegava de trem em Lisboa, passeava por aquelas ladeiras, desviava do bonde, sentia o cheiro do sal e passava em frente aos monumentos e prédios do governo. Era ali, naquele momento e lugar, que como uma enchente eu era tomado da consciência de que estava em Portugal!! Isso me obrigava a ligar para o português que eu mais gosto no mundo e dizer que estava pensando nele. E assim eu fiz sempre. Naquele dia de janeiro ele não atendeu o telefone. Mas eu sei o motivo. Estava ocupado, conversando com a minha Avó. Não o culpo. Mas vejam só como são as coisas: era tanto assunto que até hoje ele não atende. Fico feliz por ele. Amo muito esse gajo.
Seu Manuel Faria foi o meu Avô a vida inteira. E continua sendo. Ai Jisus! Dá lá um béijo neste portuga, se faz favor!
Por que todas essas lembranças?
É verdade, por que mesmo comecei a escrever?...
Isto de escrever um dia ainda acaba mal.
Bem, vou deixar vocês saberem que estou voltando de um enterro. Não foi hoje, foi há pouco mais de dois dias. Em Portugal, sim. Mas já voltei para as “obrigações”. Obrigação devia se chamar quando se vai a um enterro, e não quando se viaja para Paris. Mas evitemos as polêmicas. Estive lá neste momento, e em tudo o que dele faz parte, e depois, pensando na vida (?), percebi que me despedi de mais gente do que queria no último um ano (vamos nos limitar só a um ano, por favor). Nos últimos cinco meses foram quatro despedidas. Está bem, eram quase todos muito velhinhos, mas a saudade não foi menor. Digamos que foi até proporcional à idade. E aí que percebi: ando escrevendo muitas despedidas ultimamente. Tanta despedida, diriam meus primos portugueses, dá cabo da cabeça de um gajo. Como a minha cabeça já perdeu o cabo há muito tempo, só me restou ficar mergulhado nos meus pensamentos e pensatempos. Não é à toa que minha amante se chama filosofia, e é uma depravada. Me deixa exausto se eu não a paro. E eu não costumo pará-la. Pois bem, eu lá pensando, vocês podem imaginar o cheiro de queimado, e decidi que não quero nada daquilo para mim. É verdade que pelo menos nessa hora a gente devia deixar os outros chorarem ou rirem à vontade e fazerem o ritual que quiserem, que lhes confortar mais, deixando-os livres por completo. A minhas exigências ficam assim, então, mesmo demasiado exigentes. Lembrando que não quero, portanto, o funeral, a missa, o enterro e, acima de tudo, a morte. É, deixem para lá. Faça como quiser. Eu não vou estar nem aí para vocês. Vou ouvir Jorge Ben, brincar de espada com Daniel, contar piada com seu Didi e comer bacalhau com Vovô, e não vou estar nem aí para os que ficarem. Vou furar o meu próprio velório, gente! Bem, o jeito é aproveitar os 7854946 anos que, com certeza, ainda me restam. Vou pedir para ter uma boa vida, longa e cheia de prazeres. Gosto tanto da vida que num esforço de imaginação - verdadeiro, devo dizer - não consegui conceber nada que pudesse ser um paraíso ligeiramente melhor do que o que já conheço. Vou pedir para que as outras pessoas também tenham essa vida e esses prazeres. Quando eu peço, Deus atende. Acho que é porque eu não encho o saco dele pedindo sempre, então quando acontece de pedir ele deve dizer “Meu Deus! (notem que Ele é incongruente) Nunca me pede nada, vou atender esse.” Afinal, Deus é mesmo pai! Deve ser por causa da minha modéstia ou humildade. Mas isso é só a minha teoria. A de vocês é outra e é igualmente certa.
É. Vou viver. Hedonisticamente.Até quando, eu não sei. Vou viver. Isto de estar vivo um dia ainda acaba.
Traduções:
*Dormindo agarradinho
Todo mundo pára pra conversar
Diversão a semana toda
Você vira para dar uma última olhada
E sente que quer ficar em Moçambique
*Louvado seja o Senhor (com sotaque de senhora negra do sul dos Estados Unidos gritando)
1: Quem não entendeu nada, não tem nenhum problema. Ficou no mesmo lugar que eu. Por isso que a gente não se larga, como sururu.
Ei, assistam "Contato" um dia desses.
2: Não façam como o meu microsoft word, que depois que eu escrevia a maior parte das coisas ia lá e as sublinhava com um traço verde, pedindo para eu clicar encima, e quando eu o fazia ele tinha a moral de me dizer “sem sugestões. Ignorar a frase”. É por essa mania, de ignorar as frases, que o word lê muito mas não entende nada. Como algumas pessoas. Ignorem esse erro.
segunda-feira, 8 de março de 2010
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5 comentários:
Meu filho,
O que é um bom texto literário senão aquele que nos faz rir e chorar belamente des/escrito?!
Fantástico! Obrigada por partilhar conosco seu primoroso texto.
Ah, sim, me encontrei muitas vezes nele...Obrigada, de novo!
Mas me deu um "gostinho de quero mais", desejo continuar a leitura do livro, pq aqui só veio uma parte...vou contar com o seu hedonismo para isso acontecer..!
Te amo, filho! Tenha um ótimo dia!
Beijos.
Concordo com Helena,continue Hedonista, e, principalmente,sem se preocupar se será entendido ou não.Afinal,tudo depende de interpretação de texto,não é mesmo???!!! Continuando na Literatura Portuguesa,Camões escreveu alguma coisa mais ou menos assim(mas em verso) "Há dias que me tem posto na Alma,um não sei o quê, q nasce não sei onde, vem não sei como e dói não sei por quê.Às vzes bate uma saudade bem saudosista,sem explicação e só nos resta sentir sem tentar explicar.Mas,vc,Meu Filósofo,saber dizer isso muito bem.Beijossssssss
sim, como mamãe falou só posso dizer que o belo texto escrito é aquele que faz a gente rir e chorar... tive que repetir também que me encontrei no texto várias vezes... dentre elas sobre o hedonismo (por mais "tolo" que isso possa parecer). (("Imagine que é como escolher entre passar dez horas no carrossel mais insanamente tedioso do mundo ou uma hora na montanha-russa mais alucinadamente prazerosa do planeta..." - essas são as palavras que pulam na minha cabeça, não assim exatamente, mas isso aí, o tempo todo comigo... vc sabe)).
Tambem achei o maximo quando Deus te atende pq vc nunca pede nada! Acho que funciona mais ou menos nesse estilo comigo. Tanto que, quando peço, eu vou logo me desculpando conscientemente... (tsc tsc, só pede quando quer MUITO algo). Mas não é que acontece muitas vezes??
Meu benzinho, de resto, te deixo com um belo português também e sua frase:
"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas,
nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens."
Fernando Pessoa
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Te Amo, meu menino.
Nossa, Lucas e Paulinha estao arrasando... Me senti tao burra lendo esse texto rsrs...
Bom dia a todos. Beijos.
Nandinha, vc não está sozinha nessa "sensação", senti o mesmo...
Mesmo assim, o orgulho que tenho do meu afilhado, é imensurável.
bjs mil,
Tia Teca
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